Duas palavras sempre se repetem quando a população do Maranhão é questionada sobre o motivo da escolha de Flávio Dino para governador: esperança e mudança. Mudança da forma política implantada há 50 anos e esperança no próximo governo para desempenhar uma administração voltada a todos.
Foi o caso da agente de saúde Cláudia Abreu, 32 anos, da cidade de Boa Vista do Gurupi, visitada pelos candidatos a governador Flávio Dino e senador Roberto Rocha nesta quarta-feira (17). “Vou votar em Flávio porque a gente quer ver a mudança. Ele merece essa oportunidade para fazer um bom governo para os maranhenses”, disse. Cláudia afirmou que a maioria da população boa-vistense confia e acredita em Flávio: “A gente vê pelo movimento na cidade”.
A recepção à comitiva da mudança na cidade foi marcada por homenagens. O Grupo Reciclagem, formado por 25 crianças que utilizam baldes, panelas, pratos, garrafões de água mineral e outros materiais como instrumentos musicais, recebeu Flávio com alegria. Entoando “Flávio Dino. É 65! Governador do Maranhão”, o grupo fez batidas animadas nos aparelhos. “Todo mundo aqui gosta dele, por isso fizemos essa homenagem”, explicou o jovem Ageu de Oliveira, de 15 anos.

“A gente quer mudança”
O pedreiro Daniel Mendes, 46 anos, de Junco do Maranhão, quer melhorias para o Estado com mais escolas, lazer e segurança. “A gente quer mudança. Chega desse governo que está aí”, ponderou. Faltando poucos dias para o fim da campanha eleitoral, ele deseja sucesso e que o dia 5 de outubro traga a vitória para o Maranhão.
Essa será a segunda vez que a atendente comercial Anacreia Dourado, 23 anos, de Maracaçumé, votará em Flávio Dino para governador. Ela tem pedido o apoio de amigos e familiares para se engajarem na campanha. “Eu quero mudança, chega de Roseana, chega de Sarney. O Maranhão precisa ser melhor, ter mais saúde e educação”, afirmou.
Na última cidade visitada nesta quarta-feira, o lavrador Vanderley Pereira, 46 anos, pediu mais atenção aos trabalhadores do campo. “Estamos cansados do governo dos Sarney e queremos mudança. Nossa esperança é Flávio Dino, que ele nos ajude a desenvolver mais trabalho para a gente”, pediu.
Pereira falou da falta de apoio no campo. Muitos trabalhadores ainda produzem apenas com a força do braço, contou ele, acrescentando que o governo deveria ajudar com concessão de maquinário para arar a terra, com assistência técnica sobre cuidados com o solo. “Centro Novo era um dos maiores produtores de feijão e hoje não tem mais nada disso”, descreveu.

