Quando o assunto é criação de vagas de trabalho, Dilma e Lula são insuperáveis na comparação com todos os outros governos após a retomada do processo democrático no país. Em menos de 16 anos, os dois criaram 20,6 milhões de vagas e, para desespero dos pessimistas, esse número tende a aumentar até o final de 2014 e ser ainda melhor com Dilma nos próximos 4 anos.
Para ter uma ideia do que esse número significa, Dilma só perde para Lula no número de vagas criadas. Em oito anos, o ex-presidente chegou à impressionante marca de 15,3 milhões de vagas de acordo com a Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) e lidera o ranking dos últimos 34 anos. Em segundo lugar, está Dilma, que em menos de 4 anos criou 5,2 milhões de vagas.
Juntos, Fernando Henrique, Itamar Franco e José Sarney somam 10,5 milhões de vagas. Se colocássemos os 2,2 milhões de vagas extintas durante o governo de Fernando Collor, o resultado cairia para 8,3 milhões. Quando observamos as médias anuais, obviamente Dilma e Lula lideram com folga. Em terceiro lugar está Sarney, 998 mil vagas/ano, contra 697 mil/ano de Itamar e 627 mil/ano de FHC.
Contra números, não há argumentos, nem diz-que-diz. É nítido que Dilma seguiu com a política iniciada no governo de Lula, de focar na geração de emprego. Como prometeu em 2010, Dilma seguiu com as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e focou esforços no Minha Casa Minha Vida e o resultado disso, é mais gente com casa própria, mais infraestrutura e mais emprego. Dilma também prometeu investir na formação de mão-de-obra e, com o Pronatec foram mais de 8 milhões de matrículas realizadas e novas histórias criadas. Por último, prometeu melhorar a política tributária para pequenos empresários e todos, em qualquer canto desse país, comemoram o que carinhosamente chamam de Super Simples, ou seja, a universalização do Simples Nacional.


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