Segundo informações da Agência Brasil, o ministro da secretaria-geral da Presidência da República, Miguel Rossetto, deve receber, no dia 3 de fevereiro, os representantes das centrais sindicais para falar sobre as medidas provisórias que alteram as regras para acesso dos trabalhadores a seguro desemprego, abono salarial, pensão e auxílio-doença.
Agência Câmara
Marcha pressiona governo por avanços nas conquistas
Segundo informações da Central Única dos Tralhadores (CUT), o ministro teve um encontro com o presidente da CUT na última sexta-feira (23), quando ficou acertada a reunião com as demais centrais.
Para o presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Adílson Araújo, “as centrais valorizam o diálogo reafirmado pelo governo. Nós sempre defendemos que participação e diálogo são os instrumentos para encontrar o melhor caminho para que o trabalhador não seja penalizado como já foi ao longo da história”, disse.
Entretanto, disse o líder sindicalista que todas as centrais consideram as medidas anunciadas pelo governo um retrocesso porque criam dificuldades para o trabalhador. “O movimento sindical vai exercer a pressão sobre o governo para que dê continuidade ao ciclo mudancista, pois esse é o projeto político que nós apoiamos e que saiu vencedor na batalha eleitoral”, ressaltou.
As centrais sindicais já haviam anunciado duas grandes mobilizações unificadas em defesa da pauta trabalhista e pela revogação das medidas que alteram a concessão de benefícios previdenciários e trabalhistas. A primeira ocorrerá na próxima quarta ((28). O segundo ato será a Marcha da Classe Trabalhadora, que ocorrerá nesta no dia 26 de fevereiro, em São Paulo, com concentração na Praça da Sé.
Da redação do Vermelho,
Com informações da Agência Brasil


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Esperamos que o trabalhador tenha a melhor condição possível de exercer sua profissão com dignidade e correta remuneração!
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o governo atual é cara de pau e Pinóquio embustido
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