Não-Alinhados: Reunião de presidentes discutirá paz e cooperação

Teve início neste sábado (17) a conferência de chefes de Estado e de governo do Movimento dos Países Não-Alinhados (MNA), com a retomada dos debates de temas centrais como a necessidade de paz, cooperação e organismos internacionais mais democráticos.

 

 

Bandeiras dos países pertencentes ao Movimento dos Não-Alinhados

Bandeiras dos países pertencentes ao Movimento dos Não-Alinhados

Estes figuram entre os principais assuntos abordados nos segmentos anteriores (altos servidores públicos e chanceleres) e recolhidos na proposta de documento final: a Declaração de Margarita. Toca agora o turno de discussão aos presidentes: entre os presentes encontram-se o cubano Raúl Castro, o equatoriano Rafael Correia, o iraniano Hasan Rouhani, o salvadoreño Salvador Sánchez e o palestino Mahmud Abás, entre outros.

A agenda desta jornada no Hotel Venetur Margarita inclui o Relatório de Gerenciamento da Presidência Iraniana (2012-2016) e a entrega formal a Venezuela da condução do Mnoal.

Entre as declarações previstas figura a do presidente Nicolás Maduro e do presidente da Assembleia Geral das Nações Unidas, Peter Thomson. Além de intervenções do presidente do Grupo dos 77 e China e dos grupos regionais.

Assim mesmo, nesta sessão se apresentará o relatório da Reunião Ministerial, se elegerão os membros do Buro (Vice-presidências Regionais e Relator Geral) e se admitirão novos membros, segundo difundem os organizadores.

Ainda que na 17ª Cúpula perfilam-se os últimos detalhes da Declaração de Margarita, esse documento final é resultado de um trabalho extraordinário realizado durante meses em Nova York, onde também funciona o movimento, precisou o embaixador de Venezuela ante Nações Unidas, Rafael Ramírez.

Nos encontros da troika (Irã-Venezuela-Egito) celebrados nesse lugar trabalhamos na elaboração do texto completado já em boa parte em julho anterior, enquanto nesta semana lhe incorporaram novos elementos, explicou.

Entre eles mencionou a solidariedade, o respeito à soberania, a não ingerência nos assuntos internos, o tema do colonialismo e a situação de Palestina.

Segundo Ramírez, nos seguintes anos à frente do MNA, a Venezuela tem outra oportunidade de seguir projetando sua diplomacia de paz no âmbito mundial.

Além da declaração final, o bloco apresentará um documento em apoio à causa Palestina e como denúncia à violência de Israel, e outro com uma guia de atuação para os próximos três anos, anunciou.

Nas diferentes sessões da 17ª Cúpula em Ilha Margarita, as delegações fizeram questão de destacar a importância que tem reforçar a solidariedade e a cooperação sul-sul.

Fundado em 1961, o Mnoal é a segunda organização mundial em tamanho e importância após as Nações Unidas. Pela primeira vez, a Venezuela assume seu comando e converte-se no terceiro da América Latina em fazê-lo, depois de Cuba e Colômbia.

Fonte: Prensa Latina

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