Maranhão: parceria econômica soberana com a China


Em recente crítica ao presidente eleito Jair Bolsonaro, o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), afirmou que a soberania do Brasil deve balizar acordos comerciais e debates com outras nações. Na gestão de Dino, o estado conquistou investimentos importantes para o estado em negociação com a China.

Reprodução da internet

Em março deste ano, o governador Flávio Dino (PCdoB) participou do lançamento do Porto Multimodal de São Luís (MA).

Segundo Flávio Dino (PCdoB), governador do Maranhão, que estabelece parceria com a China em diversas áreas da economia local, os verdadeiros patriotas não podem abrir mão da “soberania e independência no mundo para transformar-nos em um país subalterno e caudatário da política dos Estados Unidos. Brasil deve ser uma Nação forte, soberana e livre”.

Dino faz um alerta sobre o encontro informal de John Bolton e Jair Bolsonaro, no Rio de Janeiro. Ao cumprimentar o conselheiro de Donald Trump, Bolsonaro prestou continência. Pelas regras da presidência da República, apenas à superiores deve ser dirigido este tratamento.

Exemplo no estabelecimento de parcerias soberanas, a relação positiva entre o governo chinês e o estado governado por Flávio Dino é a construção da cidade inteligente pela gigante do setor do aço, CBSteel. A indústria será instalada no município de Bacabeira (MA), com capacidade de produzir 8 milhões de toneladas do metal ao ano.

O empreendimento impulsionará uma cadeia de outros negócios industriais, desenvolvendo economicamente a região. Além da implantação da siderúrgica, a CBSteel deve construir um porto, garantindo a geração de 15 mil empregos ao Maranhão. O investimento privado é da ordem de R$ 1,7 bilhão.

O Porto de São Luís tem como acionistas a empresa CCCC, majoritária e a maior em infraestrutura da China, e a sócia brasileira renomada no país, WPR Portos e Terminais Ltda., com cerca de 10 milhões de metros quadrados de área construída no Brasil – duas instituições sólidas em seus segmentos.

A CCCC, gigante chinesa da infraestrutura e construção desde 2015, tem know-how no transporte de draga e opera ativos em outros países. Ela é responsável pela construção da maior ponte do mundo, que liga Hong Kong, Macau e Zhuahi, com 55 quilômetros; e de túnel com 6,7 quilômetros, situado a 40 metros abaixo do nível do mar.

Durante visita ao governador Flávio Dino (PCdoB), em março deste ano, Li Jinzhang, embaixador da China no Brasil, comentou que “o PIB do Maranhão cresceu mais do que o da China, isso mostra que o povo é trabalhador e que o governo está fazendo um bom trabalho”.

O Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma das riquezas produzidas no estado, teve crescimento de aproximadamente 10%; já o chinês ficou em 6% em 2017.

Da Redação, com Agências

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