Luciana: negacionismo e negligência de Bolsonaro pioram guerra à Covid


Diante da sensível piora no número de mortes causadas pela Covid-19 no país — nesta terça-feira (2), o Brasil atingiu o pico de óbitos diários, com a perda de 1.726 vidas — a presidenta do PCdoB e vice-governadora de Pernambuco, Luciana Santos, manifestou solidariedade aos familiares e criticou a postura do governo Bolsonaro frente à pandemia.

“É o pior dia desde o início da pandemia. Solidariedade a todos que perderam um ente querido nessa guerra, agravada pelo negacionismo e irresponsabilidade do overno Bolsonaro”, declarou Luciana, pelas redes sociais.

A dirigente também comentou os vetos de Bolsonaro à Lei da Vacina, que vão na contramão das urgentes necessidades do povo. “No dia em que batemos o recorde de vidas perdidas para a Covid-19, o governo Bolsonaro dá mais um passo na sua marcha da insensatez vetando pontos estratégicos da Lei da Vacina, que são, na verdade uma política de veto à vacinação”.

Ela comentou os pontos retirados e suas consequências: “vetou a obrigação do Ministério da Saúde comprar e distribuir vacinas registradas e autorizadas e a autorização para que Estados, Municípios e Distrito Federal adotassem as medidas necessárias com vistas à imunização de suas respectivas populações”.

Luciana completou lembrando que “o Supremo autorizou Estados e Municípios a comprar as vacinas. Está valendo esta determinação. E o Congresso também autorizou a aquisição, na sessão desta terça, através da aprovação da lei, que ainda irá a sanção presidencial”.

Além disso, salientou a presidenta, Bolsonaro vetou “a inclusão das vacinas no Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19 e as disposições relativas ao plano nacional de vacinação, critérios de distribuição de vacinas e campanhas de vacinação”, bem como “medidas que poderiam agilizar o registro temporário pela Anvisa e procedimentos acelerados de aquisição das vacinas”.

Luciana também apontou que a posição adotada por Bolsonaro quanto à Lei da Vacina impede a transparência, ao vetar a obrigação do Ministério da Saúde de divulgar periodicamente dados da aquisição, custos, estoques, distribuição e resultados da vacinação.

Em suma, concluiu Luciana, “não bastasse as dificuldades impostas pela pandemia, pelo tempo e recursos escassos, ainda temos que gastar energia combatendo a política genocida do presidente da República”

Por Priscila Lobregatte

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