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12 comentários

  1. Concordo quando dizem que é uma disputa de 10 min por 24h.
    Vejam o que acontece nesse exato momento em Pernambuco-Brasil. O ex-governador morto em 13/08/2014 que iria se candidatar à Presidência do Brasil pelo PSB. Estoura grande quadrilha formada pelo PSDB e PSB que agia no estado de Pernambuco no governo de Eduardo Campos.
    ‘MENSALÃO DE PERNAMBUCO”.
    segunda-feira, 13 de outubro de 2014
    POLÍCIA FEDERAL ADMITE EXISTÊNCIA DO MENSALÃO PERNAMBUCANO
    Numa entrevista a Rádio Folha do Recife, hoje pela manhã no programa do radialista Edvaldo Morais, o chefe de comunicação da Polícia Federal de Pernambuco, Giovani Santoro, admitiu a existência do “mensalão pernambucano”. Ele confirmou as operações desencadeadas para investigar o desvio de dinheiro público e revelou que o caso foi encaminhado à Justiça.

    Giovani não citou nomes nem adiantou mais detalhes, uma vez que o caso corre em “segredo de justiça”.

    Antes solenemente ignoradas pela grande imprensa do Estado, o esquema montado para fraudar licitações em Pernambuco – denunciado em primeira mão pela procuradora e blogueira Noelia Brito – foi destaque neste final de semana no blog do Jamildo Melo, do sistema Jornal do Commercio.

    Os casos com indícios de corrupção envolvem um ex-vereador de Jaboatão dos Guararapes, o doleiro Jordão Emerenciano, o bicheiro Carlos Alberto Ferreira e o presidente da Ceasa, Romero Pontual.

    Todo o processo passou pela Polícia Federal e agora o desfecho depende unicamente da justiça.

    Este blog foi um dos primeiro a dar atenção às denúncias e recebeu ligações de um assessor da Ceasa pedindo que retirássemos a matéria, dando a entender que a blogueira recifense não merece crédito.

    Optamos por manter o post em nossos arquivos.

    O esquema, chamado por Noelia Brito de “mensalão pernambucano”, também já foi noticiado na Revista “Carta Capital” e no Blog Conversa Afiada, do jornalista Paulo Henrique Amorim.

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  2. muito interessante mas vale salientar a informação científica que se tira do fato. a coletividade e o efeito na sociedade. o povo constrói os centros filosóficos e com isso o agente de reprodução para um gerenciamento hierarquicamente elevado com a premissa de um escopo prontamente alcançado. é a ordem dos anseios do sistema societário.

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  3. Caro senhor,
    Gostaria de entender o porque coloca que seu blog é “Um espaço de debates sobre o Brasil”, se tem uma visão única e parcial. Então o seu blog não está tão aberto assim ao debate?
    Felipe

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  4. Caro Renato,

    A esquerda distorce a realidade. O PT, votou contra a constituição de 1988, votou contra o plano real, votou contra as privatizações, votou contra a lei de responsabilidade fiscal e acusou o PSDB de leiloar a Petrobras. Na campanha de 2014, o marqueteiro Joào Santana, criminoso, que agora está preso, destruiu a imagem da Marina Silva. A lógica do tudo pelo poder e para se manter no poder não pode prevalecer. Abaixo a corrupçào e que o Lula seja julgado como qualquer outra pessoa.

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  5. Gostaria de colocar aqui um pensamento para análise e reflexão!
    Por qual motivo o nosso honrado STF fingiu que não ver durante quase 01 (um) ano, os desmandos de Cunha?
    Por qual motivo somente agora, após servir aos propósitos do STF e daqueles os quais eles apoiam, é que tomaram uma atitude contra Cunha?
    Por quais motivos tudo proposto contra Dilma foi aceito enquanto as acusações contra AÉCIO foram “julgadas” e arquivadas em um único dia pelo STF?
    Rogério Pereira

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  6. MUDANDO PARADIGMAS EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL

    Em anexo, modelo de pesquisa proposta pela presente (minuta) de Resolução do CONSEMA.
    O texto já foi aprovado, por unanimidade, na Câmara Técnica de Políticas do CONSEMA.

    Estabelece os critérios básicos para a elaboração de Programas de Educação Ambiental e de Comunicação Social, a serem apresentados e executados em cumprimento as condicionantes das licenças ambientais emitidas pelos órgãos ambientais.

    O Conselho Estadual de Meio Ambiente – CONSEMA, no uso das suas atribuições legais, em sua xuxo Reunião Ordinária, realizada às xx:00 do dia xá de xá de 201x, no Auditório do Polo de Educação Ambiental localizado na sede do SEAMA-IEMA, deliberou nos seguintes termos: Considerando o que estabelece a Política Nacional de Educação Ambiental – Lei 9795 – de 27 de Abril de 1999 em seus artigos 1°,4° – inciso VI, 5° – inciso VII, 8° inciso II, IV e § 2 – V § 3° – III e VI e Artigo 13; Considerando o que estabelece a Política Estadual de Educação Ambiental Lei 9265 – de 16 de Julho de 2009 em seus artigos 6° – IV, 7° – IV, 8° – VIII, 10 – II, IV, VII e VIII. 11 – § único, 13 – IV, 24 – III, 27 – IV e 28; Considerando o que estabelece a Instrução Normativa 03 do IEMA – de 9 de Junho de 2009 Considerando o teor do artigo 225, §1º, inciso VI, da Constituição Federal, e parágrafo único, do artigo 186, da Constituição Estadual do Espírito Santo; Considerando o que dispõe as políticas nacional e estadual de meio ambiente, dispostas, respectivamente, nas leis n.º 6.938/81 e n.º 4.701/92, Considerando que além da experiência da consultoria responsável pela proposição do Programa de Educação Ambiental e o de Comunicação Social se faz também necessário a participação da sociedade para a qual tais programas estão sendo desenvolvidos, a mesma deverá ser previamente ouvida de modo a explicitar como percebe os contextos ambiental e social da região onde está inserida. Considerando a necessidade que as informações colhidas junto à sociedade devem ser colocadas em discussão pública de modo a promover a interação e o debate da consultoria / sociedade antecipando-se a posterior estruturação dos programa de Educação Ambiental e o de Comunicação Social Considerando a necessidade da proposição de um instrumento prévio que permita a avaliação da percepção ambiental e social da comunidade envolvida de modo que a consultoria possa usar tais informações quando da proposição dos Programas de Educação Ambiental e de Comunicação Social; Considerando que os estudos prévios de avaliação das percepção ambiental e social são de fundamental importância para melhor compreender as inter-relações entre o homem e o ambiente, suas expectativas, anseios, satisfações e insatisfações, julgamentos e condutas.

    RESOLVE

    Art. 1º Esta Resolução trata especificamente da estruturação de programas de Educação ambiental e de Comunicação Social oriundos de processos de licenciamento ambiental, de autorização e Termos de Ajuste de Condutas e similares, conduzidos pelos órgãos ambientais. Art. 2° – Para o entendimento e a aplicação da presente Resolução tem-se que: • Percepção Ambiental e Social Definida como sendo uma tomada de consciência do ambiente e do contexto social pelo homem, ou seja, o ato de perceber o ambiente que se está inserido, aprendendo a proteger e a cuidar do mesmo. Cada indivíduo percebe, reage e responde diferentemente às ações sobre o ambiente em que vive. As respostas ou manifestações daí decorrentes são resultado das percepções, dos processos cognitivos, julgamentos e expectativas de cada pessoa. O indivíduo é sensibilizado e informado pela Educação Ambiental, mas se comporta no dia-a-dia através de seu nível de percepção ambiental e social. • Programa de Educação Ambiental Conjunto de ações estruturadas que possibilita aos indivíduos tornarem-se sujeitos sociais capazes de compreender e agir no meio ambiente em sua totalidade, construído de forma participativa, integrada, considerando a realidade socioambiental previamente diagnosticada. • Programa de Comunicação Social Conjunto de ações estruturadas, no âmbito do licenciamento ambiental, que vise auxiliar a comunidade a entender a atividade a ser licenciada ou em operação, bem como os impactos negativos e positivos gerados, e as suas interações com a comunidade do seu entorno. Art. 3° – Esta Resolução estabelece os critérios básicos para a elaboração de programas de educação ambiental e de comunicação social, a serem apresentados e executados em cumprimento das determinações definidas pelos órgãos ambiental § Único – As licenças ambientais a que se refere o caput do artigo dizem respeito às licenças ambientais em a projetos de significativo impacto ambiental sujeitos à elaboração de estudo de impactos ambiental – EIA. Art. 4° – Os programas de educação ambiental e de comunicação social a que se refere esta Resolução deverão ser elaborados tendo com base diagnósticos prévios de avaliação de percepção ambiental e social da comunidade envolvida. Art. 5° – Os diagnósticos prévios de percepção ambiental e de percepção social passam a ser parte integrante do termo de referência do meio socioeconômico apresentado pelo empreendedor para a elaboração do estudo de impacto ambiental – EIA e relatório de impacto ambiental – RIMA, no que concerne a elaboração dos programas de educação ambiental e de comunicação social. Artigo 6° – Os dados coletados através da realização dos diagnósticos prévios de percepção ambiental e social devem ser tabulados por meio de metodologia própria que permita a realização de recortes estatísticos que venham a ser necessários ao aprimoramento das análises. SPSS Statistics download grátis spss.softonic.com.br/downloadFaça o download grátis do SPSS Statistics §1º – Os dados tabulados decorrentes dos diagnósticos realizados devem ser colocados ao conhecimento da comunidade por meio de um evento público, especificamente convocado com esta finalidade, onde a consultoria responsável pela estruturação dos programas de educação ambiental e o de comunicação social possa debater com a comunidade os dados das pesquisas conduzidas §2º Os resultados dessa reunião devem ser registrados em uma ata própria, a ser encaminhada ao órgão ambiental competente. §3º. Os resultados obtidos devem ser levados em consideração quando da elaboração dos programas de educação ambiental e de comunicação social. Artigo 7° – Caberá ao agente executor dos programas a definição de um plano básico de amostragem dos diferentes segmentos representativos da sociedade local – lideranças comunitárias, professores, membros da comunidade, comunidades tradicionais, entre outros – aos quais deverão ser aplicados os instrumentos de avaliação prévia do perfil de percepção ambiental e social. §1º. Este programa deve especificar, entre outros, além dos segmentos a serem amostrados, os quantitativos de instrumentos aplicados a cada um deles. §2º. Do ponto de vista estatístico, a pesquisa será do tipo indicadora de tendência. §3º. Os Programas de educação ambiental e de comunicação social deverão explicitar, entre outros, a correlação entre as ações propostas nos referidos programas e os resultados obtidos dos diagnósticos prévios elaborados. Artigo 8° – Os instrumentos usados no desenvolvimento dos diagnósticos devem ser disponibilizados pelo empreendedor, bem como as respectivas tabulações de dados, e colocados à aprovação prévia do órgão ambiental, que os divulgará em seu site. § Único. Será decisão do empreendedor se utilizará um único instrumento para a realização dos dois diagnósticos (ambiental e social) ou se lançará mão de instrumentos aplicados separadamente. Art. 9° – Os resultados dos diagnósticos prévios de percepção ambiental e social deverão ser encaminhados ao órgão ambiental, devidamente tabulados, explicitando como as informações quantificadas junto aos diferentes segmentos pesquisados foram incorporadas quando da estruturação dos programas de educação ambiental e o de comunicação social § Único – Os recortes estatísticos que forem produzidos a partir do banco de dados original das percepções ambiental e social devem ser também explicitados. Artigo 10° – Ao encaminhar para o órgão ambiental os programas de educação ambiental e de comunicação social, o empreendedor deverá inserir como anexo, no mínimo, as seguintes informações: • Cópia(s) do(s) instrumento(s) usado(s) no processo de diagnóstico, • Relação dos grupos da sociedade que foram pesquisados, bem como as justificativas dessa escolha • total de instrumentos aplicados por segmento, e respectivas justificativas • tabulação dos resultados das pesquisas realizadas • explicitação dos recortes estatísticos utilizados, bem como suas motivações • correlação entre as informações tabuladas e a estruturação dos programas propostos • a ata da reunião de apresentação dos dados tabulados da pesquisa à comunidade envolvida Art. 11° . Esta Resolução entrará em vigor na data de sua publicação. Art. 12° . Revogam-se as disposições em contrário, em especial o anexo III da IN 03/2009 naquilo que for discordante do estabelecido nessa resolução.

    Roosevelt Membro do CONSEMA – ES roosevelt@ebrnet.com.br

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