Discurso elitista de FHC menospreza quem vota em Dilma


O elitismo e o preconceito que vemos se espalhar pelas redes sociais e pela imprensa se reflete no discurso do tucano FHC. Nesta segunda, o ex-presidente desmereceu os eleitores de Dilma: “Não é porque são pobres que apoiam o PT, é porque são menos informados”, afirmou em entrevista ao UOL.

Na absurda entrevista de Fernando Henrique ainda encontramos frases aterrorizantes como a afirmação de que há “uma coincidência entre os mais pobres e os menos qualificados”. A visão elitista do apoiador de Aécio talvez explique o porquê de tão pouco ter sido feito para quem mais precisa nos oito anos em que ele esteve no governo. FHC deixou a presidência sem ter criado UMA ÚNICA escola técnica – porquecondicionou sua criação à manutenção das escolas pelos estados e municípios –, com o  Brasil em destaque no Mapa da Fome, sem assistência médica nas regiões menos ricas, com alta taxa de desemprego, e sem luz(link is external) para todos!

Quem jamais olhou para “os grotões do Brasil”, como ele mesmo diz, não poderia proferir outra coisa que não uma afirmação preconceituosa como essa. FHC e Aécio são isso: um programa de governo calcado num viés elitista, que ignora os setores da sociedade que mais precisam do apoio do Estado.

Irônico é pensar que, muita vezes, são os votos dos “desinformados” que elegem os candidatos tucanos. E nós, ao contrário de FHC, não estamos falando em recorte de renda. Quem se informa vê a mudança. Quem foge da bolha imposta pela mídia pessimista entende melhor as transformações pela quais o País está passando nos últimos 12 anos.

A extrema pobreza(link is external) caiu de 25,6% (1990) para 4,8% (2008), o Bolsa Família(link is external) beneficia um em cada quatro brasileiros. O orçamento para a educação(link is external) aumentou mais de 6 vezes, dobrou-se o número de universitários, criou-se 3 vezes mais escolas técnicas com Lula e Dilma do que em toda a história do país. Um em cada quatro brasileiros se beneficia com o Mais Médicos(link is external), 75% da população é coberta pelo atendimento do SAMU. Chegamos ao menor desemprego da história (link is external)e ao cenário de pleno emprego. Quem vota em Dilma está muito bem informado sobre todos esses avanços e não quer voltar ao passado. Quer e vai mudar mais com #Dilma13paraVencer.

3 comentários

  1. muito bom e esclarecedor, pois muitos acreditam nas mentiras daqueles que se dizem a favor dos mais pobres e na realidade são lobos em pele de ovelhas.

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    • GOVERNO TUCANO ´FANTASMA DAS DEMISSÕES EM MASSA!

      OS REAIS MOTIVOS DAS DEMISSÕES

      A princípio acreditava-se tão somente que as demissões e a conseqüente redução na folha de pagamento do BB, seriam os reais objetivos do Programa de Demissões Voluntárias-PDV, apresentado aos funcionários em junho de 1995, mas com o passar do tempo e os acontecimentos que se seguiram a crença perdeu força e a realidade veio à tona. O famigerado PDV tinha um objetivo oculto evidenciado apenas em dezembro de 1997, quando a PREVI altera seus estatutos e pactua com o Banco do Brasil uma operação contaminada de irregularidades até hoje discutida nos tribunais. A operação consistia em desligar da instituição um determinado número de funcionários, dando-lhes o direito de resgate, sem correção monetária plena, apenas das contribuições pessoais vertidas ao fundo de pensão a partir de março de 1980, confiscando as contribuições anteriores e ao mesmo tempo, por alteração estatutária irregular, incorporando ao patrimônio da Previ a contribuição patronal feita em nome desses funcionários. A meta a ser atingida foi estabelecida em 11 bilhões de reais e as demissões tanto através do PDV quanto sumárias “sem justa causa”, prosseguiram até que o confisco atingisse o valor estipulado.
      Atingida a meta, em fins de 1997 a Previ celebrou um contrato repassando 5,5 bilhões de reais ao Banco do Brasil por conta de dívida que o BB tinha com a própria Previ, que lhe seriam ressarcidos em 32 parcelas acrescidas de juros módicos. O restante, outros 5,5 bilhões de reais, foram entregues ao BB como indenização dos valores pagos aos aposentados PRÉ/67 ao longo dos anos e que a partir da alteração estatutária de 24.12.97 a Previ assumiria como seu compromisso. Evidencia-se a realidade oculta desta operação no momento em que a referida alteração estatutária, muda completamente os direitos dos funcionários que ainda seriam desligados até cessarem as demissões em 2002, porque a partir de 24.12.97, o Banco do Brasil incentivava as demissões oferecendo 80%(oitenta por cento) das contribuições patronais vertidas ao fundo, o que negara até então sob alegação de que o estatuto da Previ não previa tal resgate. Os demitidos inconformados procuraram o judiciário e lutaram durante muitos anos até que seus processos, obstruídos pelos constantes embargos apresentados pela Previ, chegassem ao STJ – Superior Tribunal de Justiça, e essa corte superior, composta quase que em sua totalidade por juízes nomeados pelo Governo do Presidente Dr. Fernando Henrique Cardoso, acharam por bem editar três súmulas vinculantes, de números 289, 290 e 291, onde uma delas fixava em cinco anos o prazo prescricional para os demitidos acionarem o judiciário, outra afirmando categoricamente que a contribuição patronal não pertencia aos demitidos e a última reconhecendo que a correção monetária plena era devida nos resgates das contribuições pessoais. Desta forma, impedindo os demitidos de prosseguirem sua luta no judiciário por conta da emissão das súmulas, o Dr. Fernando Henrique Cardoso viu consolidado seu plano de saneamento do Banco do Brasil, utilizando única e exclusivamente recursos confiscados dos demitidos, que contribuíram durante anos com 13% de seus salários para a formação de um patrimônio garantidor de suas aposentadorias e que de uma hora para outra se viram tolhidos de seus direitos e de seu futuro. Devidamente saneado e lucrativo, já que fora indenizado pela Previ e livrara-se definitivamente do compromisso de pagamento do Grupo Pré/67, o Banco do Brasil estava pronto para o objetivo final: A privatização, que só não aconteceu por impedimento legal imposto por associações de acionistas minoritários, que questionam até hoje no judiciário a operação irregular de 24.12.97. (…) O momento atual é de expectativa. Os demitidos, agora organizados em associação, buscarão seus direitos responsabilizando não só o Banco do Brasil e a Previ, como também o Governo Federal pelos prejuízos, que certamente seriam evitados, tivesse o Governo do Dr. Fernando Henrique Cardoso cumprido o compromisso assumido em 1967, repassando ao BB os valores gastos com as aposentadorias do Grupo Pré/67, ao invés de lançar mão do expediente espúrio de jogar ao desemprego milhares de trabalhadores, com o único e vil intuito de confiscar seu fundo de pensão para cumprir uma obrigação do Tesouro Nacional.

      fONTE: UPD – UNIÃO DOS DEMITIDOS DO BB

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