Aldo Rebelo elogia capacidade do Brasil de enfrentar desafios


O ministro do Esporte, Aldo Rebelo, considerou que um dos maiores legados da Copa do Mundo de 2014 realizada no Brasil foi simbólico. “A Copa do Mundo foi a prova da nossa capacidade de enfrentar desafios. A Rússia e o Catar já pediram nossa ajuda, querem nossa cooperação porque o nosso trabalho deu certo. Que fique a ideia de que somos um país jovem, em construção e muito capaz de superar desafios”, afirmou.

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Aldo Rebelo (o 2o da esq. para dir), na companhia do presidente da Embratur, Vicente Neto; do ministro do Turismo, Vinicius Lages, e do subsecretário da casa Civil do Rio de Janeiro, José Candido Muricy.

As declarações foram feitas nesta quarta-feira (3), no estádio do Maracanã, durante o seminário “Copa 2014, Legados para o Brasil”, de apresentação dos legados da Copa do Mundo do Brasil. O ministro também aprovou a fiscalização de gastos de obras na Copa E falou ainda sobre a indefinição de sua permanência no comando da pasta até a Olimpíada de 2016.

Para o ministro do Esporte, o maior legado é o que fica para os brasileiros, que poderão usufruir de novas estradas, arenas esportivas e de uma infraestrutura moderna. O ministro afirmou que é impossível comparar a Copa do Mundo brasileiro com a alemã justificando que o Brasil ainda é um País em construção.

“Tudo aqui no Brasil é um teste, uma prova. A Copa foi mais um teste que tivemos que enfrentar. Hoje, estamos servindo de exemplo para Rússia e Catar, que já nos solicitaram ajuda para organização do torneio”, afirmou.

Rebelo defendeu a organização da Copa no Catar. “O mundo árabe não participou de uma Copa até hoje. Acho que a realização de uma Copa no mundo árabe é uma retribuição ao amor que esse povo tem pelo futebol”, afirmou.

O ministro garantiu a efetividade da fiscalização dos gastos com as obras. “Os estádios públicos da Copa, como o Maracanã e o Mané Garrincha, passam pela investigação de 11 órgãos de controle”, afirmou, enfatizando que as grandes empresas que construíram e reformaram os estádios e arenas fizeram obras grandiosas no Brasil e em todo o mundo como a hidrelétrica de Itaipu, a maior do mundo, e no metrô dos Estados Unidos.

O ministro revelou que a presidenta Dilma Rousseff ainda não conversou com ele sobre a permanência no cargo no novo mandato, que começa no início de 2015 e vai abranger a Olimpíada do Rio. “A decisão é da presidenta. Não é o momento de pedir emprego de ministro”, brincou Rebelo.

Imagem positiva

O seminário também discutiu o legado da Copa para o setor de turismo. Durante a Copa do Mundo, o Brasil recebeu pouco mais de um milhão de visitantes estrangeiros. Segundo expectativa do Ministério do Turismo, cerca de três bilhões de pessoas assistiram a final da Copa pela televisão ou algum dispositivo móvel.

Para o ministro do Turismo, Vinicius Lages, o maior legado que o evento deixou é a imagem do Brasil para o mundo. “Tivemos uma exposição de imagem muito grande e mostramos que o Brasil é um dos melhores países do mundo para se visitar”, afirmou Lages na abertura do seminário.

Da Redação em Brasília
Com agências

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