Dilma reafirma compromisso com o povo em sabatina na CNI


Durante sabatina com candidatos, Diálogo da Indústria, realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) nesta quarta-feira (30), a candidata à reeleição Dilma Rousseff lembrou que o Brasil é feito não só de indústrias, mas de povo. Ela ressaltou que a reforma política só é possível “se tivermos a participação popular nessa reforma, daí porque temos que ter um plebiscito”.

Agência Brasil

Dilma enfatizou aos empresários que não vai 'rasgar direitos trabalhistas'

Dilma enfatizou aos empresários que não vai ‘rasgar direitos trabalhistas’

Ao ser questionada por um empresário sobre uma possível reforma trabalhista, Dilma não se intimidou com o plenário empresarial nem se preocupou em agradar a plateia. Reafirmou que o seu governo não vai rasgar direitos e enfatizou a necessidade de reforçar a negociação coletiva.

Diferente de Aécio, que na mesma sabatina defendeu a precarização das relações de trabalho, Dilma deixou claro que é preciso assegurar as garantias fundamentais dos trabalhadores. “Temos de simplificar as relações trabalhistas. Mas tem certas garantias que a lei trabalhista deu que eu não acredito que alguém poderá rasgar, como 13º salário, horas extras, entre outros”, disse a presidenta.

Sobre a terceirização, Dilma afirma: “Não somos contra a terceirização. O governo federal utiliza mão de obra terceirizada. Mas sempre que se fala em terceirização é preciso falar em não precarização do trabalho”.

Dilma enfatizou que o país enfrentou a crise gerando emprego, com políticas governamentais e formação de técnicos. “Em que situação estaria nossa indústria, se não fossem essas medidas? Não só nos protegemos da crise, como preparamos a base para a retomada do crescimento”, afirmou a presidenta, ressaltando que o governo federal não deixou que a economia brasileira tivesse um comprometimento grave por efeitos da crise e lançou mão de medidas como a redução do IPI para os automóveis, linha branca e materiais de construção.

Banda Larga

Dilma reforçou a importância dos investimentos em banda larga no Brasil. “Eu luto por uma internet que tenha condições de chegar ao padrão da Coreia do Sul, que é de 50 MB de capacidade”.

Para ela é preciso universalizar o acesso à internet, pois tem o potencial de revolucionar a educação, a cultura, a política e muitas outras áreas.

Energia

Sobre os investimento em energia, Dilma destacou que o seu governo investiu em energia elétrica o equivalente ao que era investido em 8 anos de governo FHC. “Diziam que o Brasil iria passar por uma crise de energia. A última crise de energia foi em 2000 e 2001”.

Ela reafirmou que o Brasil não passará por racionamento e destacou a duplicação da rede de transmissão.

Sobre os pessimistas de plantão, Dilma disse: “Suponho que não nos deixaremos levar por esse pessimismo. Não vamos ter racionamento agora e não teremos no futuro. Temos a menor taxa de juros da história recente da República. Mesmo com tudo que enfrentamos nos últimos tempos, vamos entrar no novo ciclo com competitividade produtiva”.

Redação do Portal Vermelho, com agências

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