Elias Jabbour: O assassinato de uma nação


O massacre de Suzano é mais uma expressão de uma nação que não sucumbe, agoniza. É uma entidade que reflete a imagem e semelhança de seu algoz externo e – também – o maior poder corrompendor e sanguinário da história. Refiro-me aos Estados Unidos. Uma nação em vias de idiotização. Com fanatismo religioso crescente e reprodutora de monstros e assassinos de crianças indefesas. Assim são os Estados Unidos. Assim está ficando o Brasil. É a economia de mercado que se desaparece ao nível das empresas “reencarna” na mais completa desumanidade a se esperar da humanidade em sua pré-história.

2 comentários

  1. Elias Jabbour contribuiu em gênero, número e grau para esta política que ele hoje critica. Ao invés de se juntar aos progressistas , democratas , enfim à esquerda, preferiu fazer o papel de reacionário. Na Rede Globo destacou-se em de atacar as esquerdas, ao invés de colaborar com a transformação social. Ele teve um papel preponderante, como formador de opinião, em injuriar e denegrir a imagem dos progressistas e da esquerda desse país. Ele é um intelectual burguês, vendido.

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